Regiões: Oceania | Viagens ao Extremo



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Oceania

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Todos conhecem somente a Austrália (mesmo assim só a costa leste) e a Nova Zelândia. A Oceania é mais que isso. É um berço cultural de povos não idênticos, mas similares que vivem do seu modo e com boas acomodações para os turistas, mesmo nas menores ilhas. Selecionamos roteiros com acampamentos que cruzam a Austrália de várias maneiras, pelo famoso Outback – um deserto vermelho impressionante. E das outras ilhas, o que se pode esperar? Coqueiros, praias de areias brancas e águas transparentes e azul turquesa. Sim, a Oceania é distante. Mas podemos assegurar que valerá a pena. Bem-vindo ao continente do mar!

Destino em implantação.

Destino em implantação.

Dispensando apresentações, a nação-continente é mundialmente famosa por suas maravilhas naturais e amplos espaços abertos, suas praias, desertos e o Outback. A Austrália é um dos países mais urbanizados do mundo; é muito conhecida pelas atrações de suas grandes cidades, tais como Sydney, Melbourne, Brisbane e Perth. É o sexto maior país do mundo em área, sendo comparável ao tamanho dos 48 estados continentais que formam os Estados Unidos (excluindo-se o Alaska e Havaí). A maior parte do interior é desabitada e semiárida. A chuva cai principalmente só no litoral. As temperaturas em Darwin (extremo norte) durante o dia raramente são menores que 30°C, mesmo no inverno, e de noite entre os 15°C a 20°C. As temperaturas na região sul podem chegar a ser congelantes no inverno e as Montanhas Nevadas no sudeste chegam a ter metros de neve. Parte das províncias da Tasmânia e Victoria possuem a temperatura muito similar com a da Inglaterra.

Destino em implantação.

Papua Nova Guiné recebe poucos turistas, mas para aqueles que vão para lá, o país oferece um verdadeiro paradoxo. Com pouca infraestrutura turística próxima às principais áreas turísticas, andar por lá por conta própria pode ser um pouco complicado. Mas os nativos são um povo extremamente hospitaleiro que farão de tudo para acomodar e ajudar estranhos. O turismo está bem desenvolvido e crescendo em vários locais. Além desses, o país é para turismo de aventura e não pra quem não tem experiência nesse tipo de destino. Mas para quem vai, a experiência é inesquecível.

Destino em implantação.

Samoa é uma nação-ilha no Pacífico Sul, na região conhecida como Polinésia. Tem uma população de aproximadamente 185 mil mas muitos samoanos vivem fora do país, especialmente na Nova Zelândia, Austrália e Califórnia. Samoa fica a meio caminho entre a Nova Zelândia e o Havaí. As ilhas possuem uma estreita faixa litorânea plana e o interior é vulcânico, rochoso e com enrugadas montanhas. As duas ilhas principais são Upolu e Savaii. A capital, Apia, e o aeroporto internacional ficam em Upolu. As ilhas principais são resultado de incontáveis erupções vulcânicas, deixando os vulcões facilmente visíveis por todas as ilhas.

Destino em implantação.

Tonga é uma das últimas monarquias absolutistas do mundo e é baseada essencialmente em um sistema feudal onde o rei distribui terras e postos sem recurso a qualquer entidade eleita. Apesar da realeza de Tonga ser amplamente amada e reverenciada pelos cidadãos de Tonga, os mais jovens querem mudanças e uma constituição mais moderna. Você verá que Tonga é um lugar amigável e acolhedor para ser turista, somente com acomodações mais simples. Há boa infraestrutura turística.

Destino em implantação.

Fiji (algumas vezes chamado de Ilhas Fiji) é um país da região da Melanésia do Pacífico Sul. Fica a dois terços do caminho entre o Havaí e a Nova Zelândia e é um arquipélago composto por 332 ilhas, delas aproximadamente 110 não são habitadas. O arquipélago passa bem ao lado da Linha Internacional da Data, sendo um dos primeiros no mundo a receber o Ano Novo. Fiji é produto de montanhas vulcânicas e águas tropicais quentes. Seus majestosos e variados recifes de coral hoje atraem turistas de todos os lugares do mundo, mas eram o pesadelo dos marinheiros europeus no século 19. Fiji é uma terra de florestas tropicais, plantações de coco, lindas praias e sem ameaças quaisquer para os turistas.

Destino em implantação.

As Ilhas Salomão são um arquipélago do Pacífico Sul logo a leste de Papua Nova Guiné. De certa forma isoladas, o primeiro europeu a pisar lá foi o navegador espanhol Álvaro de Mendaña de Neira, vindo do Peru em 1568. O povo das Ilhas Salomão era conhecido por serem caçadores de cabeças e pelo canibalismo antes da chegada dos europeus. Detentores de passaporte do Brasil não precisam de visto para visitar as Ilhas Salomão. É possível chegar de avião através do Aeroporto Internacional Honiara, a 8 km da capital de mesmo nome. Existem voos vindos da Austrália, Vanuatu, Fiji e Papua Nova Guiné.

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Vanuatu é um arquipélago de 83 ilhas no Pacífico Sul, a norte da Nova Zelândia e a leste da Austrália. A primeira ilha a ser descoberta em Vanuatu foi Espiritu Santo, quando em 1606 o explorador português Pedro Fernandes de Queirós, a serviço da coroa espanhola, espiou o que ele julgou ser um continente mais ao sul. Os europeus não voltaram até 1768. Em 1774, o Capitão Cook nomeou as ilhas como Novas Hébridas, nome que perdurou até a independência, em 1980. O pico do turismo é dos meses de julho a dezembro. Os meses de janeiro a junho são os mais calmos. Viajantes experientes se aproveitam disso para ir a Vanuatu, pois as companhias aéreas, acomodações e outros negócios relativos ao turismo dão grandes descontos durante esse período.

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As Ilhas Cook são um território auto-governado, uma democracia parlamentar em livre associação com a Nova Zelândia, localizado na região da Polinésia, no Pacífico Sul, entre a Polinésia Francesa (a leste) e Tonga (a oeste). Esse arquipélago possui 15 ilhas habitadas espalhadas por 2,2 milhões km² sem nenhuma terra ao sul entre as tropicais Ilhas Cook e a Antártica. A infraestrutura turística é bem desenvolvida em Rarotonga e Aitutaki, e informações são disponibilizadas. As pessoas são, via de regra, bem honestas com os estrangeiros e se quiser organizar algo, não será algo difícil de obter, mas terá que pedir, pois os nativos não costumam se oferecer a fazer as coisas.

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